O Santander informou que os valores do plano de saúde dos seus funcionários sofrerão um expressivo aumento, muito acima da inflação, de 20% nas mensalidades.

No início do ano, o banco já havia mudado a operadora do plano de saúde sem qualquer negociação com os trabalhadores – de Bradesco Saúde para Sulamérica – o que acarretou prejuízos aos bancários, com o aumento da coparticipação de 20% para 25% em consultas, exames simples, terapias e atendimentos de emergência e, a partir da sexta consulta, o percentual sobe para 30%.

O funcionário do Santander e diretor do Sindicato, Davidson Siqueira, destaca que este é mais um caso grave de desrespeito do banco para com funcionárias e funcionários. “É absurdo que o Santander promova este tipo de alteração, que afeta profundamente a vida dos trabalhadores, de forma unilateral e sem qualquer diálogo com a categoria”, afirmou.

A situação se agrava diante do fato de que os trabalhadores não têm acesso aos contratos do plano de saúde nem qualquer participação na ou fiscalização na forma como o plano é gerido.

Cobrança

O movimento sindical cobra que o Santander suspenda o aumento nas mensalidades do plano de saúde e abra um canal de negociação transparente com a representação dos trabalhadores.

Os trabalhadores destacam que o banco não pode promover aumentos acima da inflação e mudar a operadora do plano de saúde de uma hora para a outra, gerando grandes prejuízos e apreensão entre bancárias e bancários.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Seeb-SP

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