Em defesa do Brasil, do patrimônio do povo e dos trabalhadores, o Sindicato manifesta seu apoio às greves dos petroleiros e dos educadores em Minas Gerais. Trabalhadoras e trabalhadores das duas categorias estão mobilizados em defesa do emprego e para exigir respeito aos seus direitos.

Entrando em sua terceira semana, a paralisação nacional dos petroleiros ganha força a cada dia. No total, já são 118 unidades mobilizadas, entre elas 57 plataformas, 24 terminais e todo o parque de refino da empresa: 11 refinarias, SIX (usina de xisto), Lubnor (Lubrificantes do Nordeste) e AIG (Guamaré).

A categoria protesta contra mais de mil demissões na Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados do Paraná (Fafen-PR) e descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Já os professores de Minas Gerais exigem igualdade de tratamento do governo estadual para todos os servidores, pagamento do Piso Salarial Profissional da Educação, repasse dos 25% da receita corrente líquida do estado para a educação e pagamento do 13º salário – mais de 3 mil ainda não receberam.

Na última quinta-feira, 13 de fevereiro, os profissionais da educação foram pressionados e empurrados por policiais quando tentavam acompanhar a votação do PL 1.451/2020, do governador Romeu Zema (Novo), que propõe reajuste salarial apenas para servidores da segurança pública. Um professor, diretor do Sind-UTE/MG, Fábio Garrido, chegou a desmaiar, tendo sido atendido pelo serviço médico da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Uma diretora estadual foi agredida fisicamente e outra diretora estadual foi vítima de racismo e injúria racial.

Para a deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT-MG), “a melhor resposta à covardia contra as professoras é coragem e luta”.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com CUT

 

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