O Sindicato protocolou junto ao RH do Mercantil do Brasil, ofício cobrando apuração sobre graves denúncias de assédio moral, praticado pela área comercial contra os funcionários, principalmente aqueles lotados em agências.

“Como se não bastasse a desumanidade do Mercantil do Brasil em demitir em plena pandemia, ainda temos que enfrentar essa triste situação, que são os aumentos abusivos das metas e o assédio moral”, destaca Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil do Brasil e coordenador nacional da Comissão de Empregados do banco.

As denúncias que chegam ao Sindicato relatam que os superintendentes da área comercial ligam o tempo todo, cobrando metas absurdas e ameaçando aplicar advertências e fazer demissões. “Os Colegas estão adoecendo ou tomando remédios antidepressivos, pois não suportam as pesadas metas impostas. Tem uma superintendente que fica olhando as câmeras das agências, ligando, ameaçando e fazendo pressão. Não estamos aguentando mais essa gestora! Nem mesmo as áreas internas do Banco estão seguras,” relata um bancário, que por questões óbvias não pode se identificar.

Para Vanderci Antônio da Silva, funcionário do Mercantil do Brasil e diretor do sindicato, o banco deve orientar a área comercial, sobre os limites daquilo em que consiste o assédio moral. “Cobramos do banco  apuração imediata das denúncias e a punição aos assediadores. É inadmissível esse sofrimento que os funcionários estão passando no Mercantil do Brasil. Por isso é fundamental que os trabalhadores continuem a denunciar os abusos cometidos pelo banco”, afirmou.

 

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