O Sindicato se reuniu com o Mercantil do Brasil, nesta terça-feira, 14 de fevereiro, na sede do banco em Belo Horizonte, para discutir diversos temas de interesse dos funcionários, como PLR 2016/2017, premiação de escriturários, segurança bancária, entre outros.

Na reunião, o Sindicato foi representado pelos funcionários do Mercantil e diretores Marco Aurélio Alves e Vanderci Antônio da Silva. Também estiveram presentes, representando os trabalhadores, os bancários Dálber Faria, pelo Sindicato dos Bancários de Divinópolis, Carla Coelho, pelo Sindicato dos Bancários de Ipatinga, Marlene Miranda, pelo Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Maria Cristina, pelo Sindicato dos Bancários de Bragança Paulista, e Reginaldo Bretas, pela Federação dos Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul. Já o Mercantil foi representado por Márcio Ferreira, Marcelo Rocha e Flávia Gusmão.

PLR 2016/2017

Os representantes dos funcionários cobraram do Mercantil informações sobre o valor e a data de pagamento da PLR 2016, além de reivindicar melhorias no programa de 2017 e a continuação das campanhas para os GBIs e escriturários, uma vez que estas estão suspensas e a cobrança continua.

O banco afirmou que ainda não pode divulgar os valores da PLR em razão do não fechamento do balanço de 2016, mas informou que o pagamento ocorrerá, provavelmente, no dia 24 de fevereiro de 2017 em folha complementar. Em relação à reivindicação dos trabalhadores, o Mercantil se comprometeu a encaminhá-la ao comitê de gestão do banco.

Campanha de premiação dos escriturários

Após pressão dos sindicatos, o Mercantil anunciou que irá realizar o pagamento da premiação da campanha dos escriturários no dia 20 de fevereiro de 2017.

Postos de atendimentos avançados (PAA)

Os representantes dos funcionários exigiram mudanças em relação à atual configuração dos postos de atendimentos avançados (PAA localizados nas cidades de Nova Lima, Sete Lagoas e Betim. As unidades de trabalho funcionam, atualmente, com número reduzido de funcionários e não dispõem de equipamentos de segurança, como portas giratórias antifurto e vigilância armada, deixando vulneráveis bancários, usuários e clientes do banco.

O Mercantil admitiu que pretende implementar programa que visa transformar diversas agências em PAAs e que isso poderá gerar demissões. Em relação à falta de segurança, o banco se comprometeu a levar as exigências aos setores responsáveis para análise de caso.

Os representantes dos trabalhadores repudiaram a postura irresponsável do banco e cobraram a manutenção de mão de obra, com a realocação de funcionários atingidos pela eventual mudança. Os sindicatos informaram, ainda, que irão tomar todas as providências jurídicas necessárias para garantir a segurança de clientes e funcionários, assim como para impedir qualquer processo de demissões em massa.

Segurança bancária

Os representantes dos funcionários cobraram informações a respeito do cronograma de troca dos equipamentos de autoatendimento (ATMS) e o fim do processo de abastecimento de numerário realizado pela parte frontal.

O Mercantil afirmou que está seguindo o cronograma imposto pelo Ministério Público do Trabalho de Minas Gerais e que diversas agências serão contempladas com as mudanças em 2017.

Os sindicatos também solicitaram solução para agência Mercado (BH), que não têm condições estruturais e de segurança para atendimento ao grande número de beneficiários do INSS. O banco respondeu que já estão em fase de estudos o redimensionamento e a troca de endereço da agência citada.

CAVA

Os trabalhadores questionaram o banco sobre a situação da CAVA (Caixa “Vicente de Araújo”) e exigiram estudos para ampliação dos benefícios destinados aos assistidos pelo plano.

O banco respondeu apenas que continua como patrocinador da CAVA e que, por hora, está descartada a ampliação dos benefícios.

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