Nesta terça-feira, 26 de janeiro, o Sindicato visitou a nova sala de autoatendimento do Mercantil do Brasil em Sete Lagoas e constatou falta de compromisso e irresponsabilidade do banco ao não fornecer segurança com vigilância armada no local. Participaram da visita os diretores Marco Aurélio Alves, Vanderci Antônio da Silva, Geraldo Rodrigues e Giovanni Alexandrino.

A sala de autoatendimento, inaugurada recentemente, funciona na Avenida Coronel Altino França, 269, na área externa do shopping Pátio Lagoa, no centro de Sete Lagoas. Mesmo com a grande movimentação de numerário no local, o Mercantil não deu atenção à segurança, o que coloca em risco funcionários, clientes e usuários.  O Sindicato ressalta que a falta de vigilância armada contraria, inclusive, norma da Polícia Federal que trata do assunto.

Diante da gravidade do problema, o Sindicato protocolou junto ao Mercantil do Brasil, nesta quarta-feira, 27, ofício exigindo a imediata contratação da vigilância armada e a correta adequação do ambiente. Além disso, denunciou a falta de banheiros e de fornecimento de água para os usuários da sala de autoatendimento.

Para Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil e diretor do Sindicato, o banco parece não entender a importância da garantia de segurança para os funcionários, clientes e usuários. “A sala de autoatendimento é uma extensão da agência de Sete Lagoas, com a presença de funcionários e com uma vultosa movimentação financeira e prospecção de negócios. Neste sentido, fica clara a necessidade de contratação urgente de vigilância armada no período do horário bancário, a fim de oferecer a segurança e comodidade a todos”, afirmou.

Já o funcionário do Mercantil e diretor do Sindicato Vanderci Antônio da Silva ressaltou que o ofício foi um aviso ao banco. “Se o Mercantil não tomar providências, o Sindicato irá tomar todas as medidas cabíveis. Faremos um boletim de ocorrência denunciando a falta de segurança no local e depois enviaremos um oficio à Polícia Federal, obrigando o banco a agir para garantir a segurança e a integridade física dos trabalhadores, clientes e usuários da sala de autoatendimento, cumprindo com esta obrigação que é de todas as instituições financeiras”, ressaltou.

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