Foto: Arquivo Sindicato

O Sindicato, através do seu presidente Cardoso, participou nesta quarta-feira, 27, da 1ª Conferência Estadual sobre Negociação Coletiva e o Futuro da Indústria Siderúrgica em Minas Gerais. O evento promovido pela Federação Estadual dos Metalúrgicos (FEM) e pela Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM) da CUT, realizado no hotel Dayrell, em Belo Horizonte, sebateu os desafios do movimento sindical na construção de uma negociação coletiva.

O Sindicato foi convidado para apresentar a experiência vitoriosa dos bancários, que são a única categoria de trabalhadores no Brasil que conquistaram uma Convenção Coletiva nacional.

Durante o evento, o presidente do Sindicato, Cardoso, ressaltou a importância da conquista histórica da Convenção Coletiva Nacional pelos bancários como um exemplo a ser seguido por outras categorias. “Foi uma honra contribuir com a discussão sobre a negociação coletiva promovida pelos metalúrgicos mineiros. É importante enfatizar que foi a mobilização dos trabalhadores bancários que permitiu que conquistássemos uma Convenção Coletiva tão abrangente. Os metalúrgicos são um importante ramo de trabalhadores da CUT, com grande capacidade de organização. A conquista de uma convenção coletiva de trabalho nacional por esta categoria será de extrema importância para o fortalecimento das lutas destes trabalhadores”, afirmou.

 conferência também contou com a presença da presidenta da CUT/MG, Beatriz Cerqueira, do presidente da FEM-MG, José Wagner, do secretário-geral da FEM-MG, Wilton Gonçalves Lima, e do secretário-geral da CNM/CUT, João Cayres.

Convenção Coletiva dos Bancários comemora 20 anos de conquistas

Em 2012, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos Bancários, conquista histórica que serve de referência para as demais categorias de trabalhadores, completou 20 anos.

A CCT foi assinada pela primeira vez em 1992, pela então Confederação Nacional dos Bancários (CNB-CUT), sete federações e 120 sindicatos, que representavam mais de 85% da categoria em âmbito nacional. Já naquele momento, a CCT garantiu os mesmos salários e direitos aos bancários de todo o território nacional em bancos públicos estaduais e privados.

Hoje, a Convenção abrange todas as instituições bancárias do Brasil, públicas e privadas, e é sinônimo de luta e organização da categoria durante várias décadas, representando um instrumento legal de afirmação das sucessivas conquistas e a garantia de direitos.

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