O Sindicato participou no dia 17 de julho de uma audiência pública na Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, quando foram discutidos supostos prejuízos causados pelo Banco do Brasil a clientes da região de Juiz de Fora, em razão de lançamentos indevidos de débitos de pacotes de serviços. Na mesma audiência foi relatado o caso de mais de 20 descomissionamentos de gerentes gerais em processo administrativo no BB e sobre a implantação irregular dos pacotes de serviço.

A presidenta do Sindicato, Eliana Brasil, representou a entidade na composição da mesa da Comissão, onde também fizeram uso da palavra os diretores Wagner Nascimento, Fernando Neiva, José Adriano e Márcio Chaves. A entidade acompanhou desde o início as denúncias de irregularidades e dos descomissionamentos envolvendo os casos da Regional Juiz de Fora e Belo Horizonte, quando cobrou do banco providências para apuração das denúncias. Um novo pedido de explicações ao banco será formalizado ao BB pelo Sindicato solicitando informações sobre o motivo de tantos descomissionamentos de uma só vez.

A presidenta do Sindicato, Eliana Brasil, ressaltou que a entidade defende que os processos administrativos sejam feitos sem perseguição, sem excessos, injustiças e possibilitando a todos os envolvidos o amplo direito de defesa. “O sindicato continuará cobrando do Banco do Brasil melhores condições de trabalho para todos os bancários, uma vez que o assédio moral para cumprimento de metas está causando adoecimentos nos bancários de todo o país”, afirmou.

Eliana ressaltou a importância da participação do Sindicato na audiência pública convocada pela Comissão de Defesa do Consumidor. “Foi uma ótima oportunidade para cobrarmos uma parceria mais frequente com a Assembleia Legislativa no debate das mais diversas questões envolvendo a categoria bancária. No caso específico dos funcionários do Banco do Brasil, o Sindicato tem cobrado insistentemente mais segurança nas agências, mais contratações e cumprimento da jornada de 6 horas, dentre outras reivindicações”, concluiu.

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