A CUT, centrais sindicais e movimentos sociais vão estar juntos nesta quarta-feira, 6, em Brasília, na Marcha por Desenvolvimento, Cidadania e Valorização do Trabalho. O Sindicato participará da manifestação com a presença de grande número de bancários.

Os trabalhadores ampliarão a pressão sobre o governo federal e o Congresso Nacional pela retomada dos investimentos públicos, em defesa da produção, dos direitos, dos salários e empregos de qualidade, garantindo contrapartidas sociais e combatendo a especulação e os abusos do sistema financeiro.

Frente aos impactos negativos da crise internacional, mais do que nunca é necessário apostar na força do nosso mercado interno e fazer frente à desnacionalização e à desindustrialização, que ameaçam a retomada do crescimento conquistada no último período e a própria política de valorização do salário mínimo.

Na pauta comum, estão a redução da jornada para 40 horas semanais, o fim do fator previdenciário, 10% do PIB para a educação, negociação coletiva no setor público, reforma agrária, 10% do orçamento da União para a saúde, combate à demissão imotivada, valorização das aposentadorias e igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, com salário igual para trabalho igual.

Para o presidente do Sindicato, Cardoso, durante a manifestação os trabalhadores reafirmarão ao Governo e ao Congresso Nacional a importância da pauta do trabalho que é fundamental para a manutenção e a criação de novos empregos e o fortalecimento da economia. “Nós, bancários, estamos dando nossa contribuição para o desenvolvimento do país, principalmente ao reivindicarmos a queda da taxa de juros, uma bandeira histórica de nossa categoria. Estaremos na marcha para cobrar do Governo Federal a garantia de nossos empregos, de salários dignos e que o Banco do Brasil e a CAIXA sejam de fato bancos públicos a serviço do povo brasileiro”, afirmou.

Cardoso ressaltou ainda que, durante a marcha, os bancários realizarão Ato Público no Ministério da Fazenda para pressionar o ministro Guido Mantega e cobrar uma posição do Governo Federal sobre o criminoso plano de funções imposto pelo Banco do Brasil. “Queremos entender essa maldade que o vice-presidente de Gestão de Pessoas do Banco do Brasil, Robson Rocha, está promovendo contra os funcionários, que, em 2012, construíram com suor, sangue e lágrimas o maior lucro da história da instituição”, destacou.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com CUT Nacional

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