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Reforçando a mobilização nacional em defesa de empresas e serviços públicos, o Sindicato dos Bancários de BH e Região e o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas promovem, nesta quinta-feira, 24 de novembro, o lançamento oficial da campanha “Se é público, é para todos” em Belo Horizonte.

O evento ocorrerá a partir das 19h, na sede do Sindicato, e contará com a presença do cientista político Emir Sader, da coordenadora do Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, Maria Rita Serrano.

A campanha “Se é público, é para todos” é uma importante iniciativa em defesa do fortalecimento das empresas públicas e de serviços públicos de qualidade, para garantir o crescimento do Brasil com justiça social e combate às desigualdades. Ela foi lançada nacionalmente em junho de 2016, no Rio de Janeiro, e atinge vários estados brasileiros. Além disso, conta com a adesão da UNI Américas Finanzas, que reúne trabalhadores do sistema financeiro na América Latina.

Diante do atual cenário de desmonte do Estado promovido pelo governo Temer, a participação e a mobilização de todos são fundamentais.

Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas

O Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas, responsável pela elaboração da campanha, foi criado em consequência da luta contra o Projeto de Lei do Senado 555, que viria a se tornar a lei de Responsabilidade das Estatais (Lei 13.303, sancionada em 30 de junho de 2016). A mobilização garantiu importantes avanços no conteúdo da lei, defendendo o patrimônio dos brasileiros.

Diversas ações contra privatizações e desmonte de serviços públicos também vieram se somar à atuação do Comitê, do qual participam as centrais sindicais CUT, UGT, CTB, Nova Central, Conlutas e Intersindical, representando centenas de categorias de trabalhadores de todo o país.

Em Minas Gerais, em março de 2016, foi realizado também o lançamento do Comitê Estadual em Defesa das Empresas Públicas. A cerimônia ocorreu na sede do Sindicato dos Bancários de BH e Região e contou com a presença de representantes de diversas categorias, como os bancários, auditores fiscais, petroleiros e metroviários, além de estudantes e outros movimentos sociais.

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