Estudantes, professores, movimentos sociais e diversas categorias de trabalhadores estão mobilizados, nesta quarta-feira, 15 de maio, para protestar contra os cortes promovidos pelo governo Bolsonaro na educação. O Sindicato participou da manifestação que teve início na Praça da Estação, em Belo Horizonte, e se juntou à marcha que percorreu ruas do centro da capital mineira.

O povo vai às ruas neste 15 de maio, em todo o Brasil, para dizer não ao desmonte das universidades públicas e ao corte de verbas anunciado pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, no dia 30 de abril.

O Governo Federal determinou o bloqueio de 30% da verba para gastos discricionários destinada às universidades e institutos federais. Foi também suspensa a concessão de bolsas de mestrado e doutorado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Com isso, ficam em risco o funcionamento das universidades federais e a pesquisa científica realizada no Brasil.

Durante as manifestações desta quarta-feira, a população também se posicionou contra a retirada de direitos e a reforma desumana proposta por Bolsonaro para a Previdência Social.

A paralisação serve como “esquenta” para a Greve Geral, que será realizada pela CUT e demais centrais sindicais no dia 14 de junho em todo o país. Na data, ocorrerão paralisações, assembleias, atos, mobilizações e panfletagens com o objetivo de explicar como a reforma da Previdência destruirá direitos e impactará a vida de todos os brasileiros.

“O atual governo deixa claro que pretende destruir as conquistas dos brasileiros, atacar direitos, aposentadorias, empresas públicas e setores essenciais como a educação e a saúde. Estamos mobilizados para enfrentar esse desmonte e mostraremos, mais uma vez, nossa força e organização na luta por um país justo e que valoriza seus trabalhadores. Agora, todos rumo à greve geral!”, afirmou a presidenta do Sindicato, Eliana Brasil.

 

 

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