Foi realizada, nesta quinta-feira, 3 de setembro, reunião virtual do Conselho Municipal de Saúde de Belo Horizonte (CMS-BH), Câmara Técnica de Gestão da Força de Trabalho (CTGFT). Como pauta, estava a organização das próximas agendas da CTGFT. O Sindicato foi representado pelo diretor Marco Aurélio Alves, indicado pelos trabalhadores bancários para compor o cargo no Conselho.

O CMS-BH foi criado oficialmente em 3 de junho de 1991, sendo regulado pela Lei Federal nº 8.142/90 e pelas Leis Municipais nº. 5.903/91 e nº. 7.536/98. O órgão funciona em caráter permanente, deliberativo e colegiado. Sua função é atuar na formação de estratégias da política de saúde, no controle da execução da política de saúde, incluídos seus aspectos econômicos e financeiros. Portanto, os conselhos fiscalizam e aprovam as contas da Secretaria Municipal de Saúde de BH (SMSA), representando a população na saúde pública.

A lei que institui o Conselho Municipal de Saúde garante a representação de 50% de usuários, 25% de trabalhadores da área da saúde (sindicatos gerais e sindicatos de categorias profissionais) e 25% do governo e prestadores de serviços (gestores da saúde, prestadores públicos, filantrópicos, privados e formadores de recursos humanos)

Para Marco Aurélio, diretor do Sindicato e representante dos bancários no CMS-BH, é muito importante a participação dos trabalhadores para o aprimoramento na execução de políticas no enfrentamento à pandemia de Covid-19 e demais problemas na saúde pública. “Nós, bancárias e bancários, fomos considerados pelo governo como atividade essencial de atendimento ao público em agências, ficando assim muitas vezes expostos ao contágio. Dessa forma, além de cobramos as medidas protetivas junto aos bancos, também temos que intervir nas políticas que visem ampliar e melhorar o atendimento e proteção à saúde pública em nossa cidade para garantir o bem-estar de todos”, afirmou.

As próximas reuniões do CMS-BH irão ocorrer nos dias 10, 17 e 24 de setembro de 2020, contemplando a leitura dos relatórios anuais e quadrimestrais gerais de administração, RAG e RDQA e a retomada as atividades no novo normal nos diversos níveis de atenção na rede própria e conveniada de saúde de Belo Horizonte.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região

 

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