O Sindicato orienta os funcionários do Banco do Brasil a não assinarem documentos encaminhados pela Diretoria de Pessoas (Dipes) sobre a compensação de horas de greve. Esta compensação já está regulada na cláusula 56ª da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), assinada pelo Banco do Brasil e, por isso, nenhum funcionário é obrigado a assinar outro documento.

iretores do Sindicato estiveram presentes em vários locais de trabalho atendendo denúncias dos funcionários sobre o assédio sofrido por causa da compensação. Em relação a duas denúncias de cancelamento de férias de funcionários, o Sindicato cobrou um posicionamento do gestor da unidade e aguarda resposta do banco. Caso as férias não sejam despachadas, o Sindicato planeja outras medidas, inclusive judiciais.

Para o diretor do Sindicato e funcionário do Banco do Brasil, Wagner Nascimento, estas práticas de gestão demonstram, mais uma vez, a irresponsabilidade da Diretoria de Pessoas do BB. “O assédio moral no Banco do Brasil tem sido a marca registrada dessa diretoria, o que tem provocado um grande número de denúncias. Infelizmente, o diretor do banco parece ter como único objetivo que é galgar um posto maior às custas do assédio moral, perseguição e adoecimento dos funcionários”, afirmou.

No próximo dia 28, o Sindicato participará do Dia Nacional de Luta Contra o Assédio Moral no Banco do Brasil, quando estão previstas manifestações contra a ilegalidade na jornada de trabalho, segurança bancária e práticas antissindicais.

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