O Sindicato cobra o fim das demissões imotivadas no Mercantil do Brasil e valorização dos funcionários. No ano de 2015, 135 pais e mães de família do banco perderam seus empregos, na maioria dos casos por demissão sem justa causa. No presente ano, com dados apurados até março de 2016, 28 bancários do Mercantil perderam seus empregos.

Um dos cargos que têm a maior rotatividade é o de gerente de Beneficiários do INSS (GBI). Um verdadeiro clima de terror foi arquitetado pela direção do banco e está sendo imposto pelo superintendente da área, que usa de pressão psicológica para que os funcionários superem suas estratosféricas metas de empréstimos de crédito imediato e venda direta aos aposentados.

Para Marco Aurélio Alves, funcionário do Mercantil e diretor do Sindicato, os bancários têm que intensificar as denúncias para que se possa tomar as providências judiciais cabíveis. “A pressão psicológica deprime o funcionário e baixa sua autoestima. Por isso, as denúncias são uma arma para evitar as demissões sumárias”, explicou.

O funcionário do Mercantil e diretor do Sindicato, Vanderci Antônio da Silva, destacou que o Sindicato já denunciou diversos superintendentes do banco, exigindo uma postura profissional adequada destes agentes junto aos funcionários. “Infelizmente, sempre existem aqueles dispostos a fazer o jogo do banco. O Sindicato continuará lutando até que tenha fim a pressão psicológica e o assédio moral dentro do Mercantil do Brasil. A Justiça será sempre será acionada para impedir o ímpeto maldoso do banco”, afirmou.

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