Na luta pelo respeito à Lei Estadual que obriga as agências bancárias a instalarem, em suas agências, vidros blindados e portas giratórias com detectores de metais com travamento automático, o Sindicato requereu habilitação como assistente em ação proposta pelo Ministério Público do Trabalho. Nessa ação, iniciada em 2004, o MPT cobra na Justiça que o banco acate a legislação mineira de segurança bancária.

Depois de quase 12 anos de tramitação, a ação do MPT foi julgada na última instância da Justiça do Trabalho, o TST. Com a decisão favorável aos trabalhadores, foi concedido ao banco o prazo de 120 dias a partir de 18 de fevereiro de 2016 para que todas as agências onde haja acondicionamento de dinheiro sejam adaptadas à lei estadual.

Para auxiliar o cumprimento desta decisão, o Sindicato pretende fiscalizar todas as unidades do banco localizadas em sua base territorial, e denunciará ao Ministério Público e à Justiça as agências que não tiverem as condições mínimas de segurança para trabalhadores e usuários.

No dia  10 de março, o Sindicato terminou a apuração das agências de sua base que estão sem os equipamentos de segurança previstos em lei. As unidades são as seguintes: agência Santa Bárbara, agência Nova Era, agência Rio Piracicaba, agência São Domingos do Prata, agência Praça da Cacimba URB, agência Caeté, agência Nova Lima, agência Sabará, agência Mateus Leme, agência Mariana, agência Sete Lagoas, agência Av. A. Olinto, agência Congonhas, agência Conselheiro Lafaiete, agência Brumadinho, agência Ouro Preto, agência Igarapé e agência São Tiago.

O Sindicato tem lutado continuamente para garantir a segurança a funcionários e clientes nas unidades de trabalho de sua base. Há vários anos, a entidade tem realizado paralisações, atos e negociações com o banco para cobrar o cumprimento à legislação e a instalação dos equipamentos de segurança. Com a intensa pressão, o Bradesco já instalou biombos e portas de segurança em agências de Belo Horizonte e de outras cidades da base do Sindicato.

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