O Sindicato, representado pela diretora e empregada da CAIXA, Eliana Brasil, participa no próximo dia 8 de novembro, às 14h30, de reunião com representantes do banco. Neste primeiro encontro, serão retomadas as negociações com o banco após a Campanha Nacional dos Bancários 2012, com a discussão em torno de desdobramentos de assuntos que foram contemplados no novo Acordo Aditivo.

Entre os pontos de destaque estão o curso EAD para designado/Cipa e o início do debate sobre Saúde Caixa. O aditivo prevê a criação de um grupo de trabalho para avaliar o tema.

Em relação às promoções dos empregados, um dos itens objetivos no processo de avaliação por mérito é a realização do curso da Universidade Caixa. Outra conquista da mesa específica foi a garantia de seis horas por mês dentro da jornada para realização de capacitação pela Universidade Caixa.

Eliana Brasil ressalta a importância das mesas específicas de negociação para as conquistas asseguradas no acordo aditivo. “As mesas específicas realizadas durante todo este ano e pressão exercida pelos bancários na campanha vitoriosa de 2012 fez com que os banqueiros apresentassem uma proposta decente para a categoria”, afirmou

 

Tesoureiros

Os tesoureiros enfrentam condições desumanas de trabalho e até agora a Caixa não apresentou nenhuma solução. O banco, ao criar o Plano de Funções Gratificadas (PFG) em 2010 para substituir o antigo PCC, resolveu diminuir de 8 horas para 6 horas a carga horária de trabalho das funções técnicas, mas manteve o tesoureiro, antigo técnico de operações de retaguarda TOR, com jornada de 8h.

Outro ponto que piorou as condições dos tesoureiros foi o fato de a Caixa ter colocado esses empregados como responsáveis pelo novo projeto, o “Bela Agência”.

 

Dias de greve

A CAIXA está descontando um dia de trabalho dos salários dos empregados pertencentes às bases sindicais que permaneceram em greve no dia 28 de setembro, além dos casos em que aconteceram protestos e paralisações anteriores à greve.

O Sindicato cobrará do banco o não desconto do dia 28. “Vamos exigir na mesa de negociação a  compensação deste dia, garantindo que os bancários não sejam prejudicados por terem aderido à greve”, afirma Eliana.

 

 

Fonte: SEEB-BH com Contraf-CUT

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