Foto: Google Street View

 

O Sindicato visitou, nesta quarta-feira, 20, a agência do Banco do Brasil onde trabalha o gerente que foi sequestrado com sua família na noite de terça, 19. A unidade está localizada na avenida Waldomiro Lobo, no bairro Guarani, em Belo Horizonte, e ficou fechada durante todo o dia.

Os diretores do Sindicato prestaram apoio às bancárias e bancários que trabalham na unidade e orientaram os trabalhadores sobre seus direitos, como a emissão da Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) e o Programa de Assistência a Vítimas de Assaltos e Sequestros (PAVAS).

A ação criminosa teve início na noite desta terça-feira, 19. O gerente e sua família foram rendidos em casa e levados a um cativeiro até a manhã desta quarta-feira. De lá, os criminosos levaram o bancário até a agência e ordenaram que retirasse todo o dinheiro. O crime não foi concretizado e o bancário e seus familiares foram liberados após o acionamento das forças policiais.

PL 482/2018

Buscando justamente coibir crimes como o sofrido pelo gerente da agência do BB, o Sindicato elaborou, juntamente ao mandato do vereador Pedro Patrus, o Projeto de Lei 482/2018.

A proposta, que já foi aprovada na Câmara Municipal e aguarda apenas a sanção do prefeito de BH, proíbe que funcionários guardem chaves, senhas e dispositivos eletrônicos de abertura e fechamento das agências e tesourarias bancárias – devendo este serviço ser realizado por empresas especializadas de segurança.

“A aprovação do projeto na Câmara Municipal reconheceu que os bancos têm o dever de garantir a segurança dos trabalhadores. Agora, esperamos que o prefeito sancione a lei para colocar fim ao transporte de valores, chaves, senhas e dispositivos eletrônicos de abertura e fechamento de agências”, destacou a presidenta do Sindicato, Eliana Brasil.