Foram mais de 40 milhões de pessoas que participaram e apoiaram a Greve Geral do último dia 28. Contrários mesmo, lembrou o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, apenas o presidente ilegítimo Michel Temer e sua base de apoio.

Durante o ato deste 1º de Maio, na Paulista, Vagner disse que, no próximo dia 4, em Brasília, as organizações dos movimentos sindical e sociais se reunirão para discutir os próximos passos. As alternativas são uma marcha de 100 mil pessoas até a capital federal ou uma nova Greve Geral. Também é possível que ambas as ações aconteçam.

Antes, haverá diálogo com o Congresso. As centrais devem se encontrar nesta terça-feira, 2, com a bancada e com o líder do PMDB no Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), para debater o destino da reforma trabalhista aprovada na Câmara. Os trabalhadores vão pressionar os parlamentares em um momento em que pesquisas apontam a impopularidade das reformas e do governo Temer.

De acordo com pesquisa Datafolha divulgada no dia 30 de abril, 89% reprovam a atuação do presidente ilegítimo e 71% são contra a reforma da Previdência.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com CUT

Compartilhe: