O 1º de maio de 2019 será marcado pela mobilização de trabalhadoras e trabalhadores em todo o país em defesa de seus direitos. No Dia do Trabalhador, a CUT e demais centrais sindicais, além das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, vão anunciar a data da greve geral que paralisará o país contra a reforma da Previdência de Jair Bolsonaro (PSL). A data indicativa para a paralisação é 14 de junho.

Haverá ato a partir das 10h na Praça Sete, em Belo Horizonte. Na região metropolitana de BH, a CUT-MG promoverá concentrações em três locais: na Praça da Cemig, na Cidade Industrial, em Contagem; em Venda Nova, em frente à Praça da Matriz, e em Santa Luzia, com manifestações na Praça da Juventude, no bairro Cristina B.

Na Praça da Cemig, será realizada a 43ª edição da Missa do Trabalhador. O evento começa às 7h e, sem seguida, será realizado um ato com marcha até a Praça do Trabalhador, também em Contagem.

Em São Paulo, será a primeira vez na história que as centrais sindicais brasileiras se unirão em um ato unificado de 1º de maio, especialmente para lutar em defesa do direito à aposentadoria. O ato político ocorrerá no Vale do Anhangabaú a partir das 10h e o anúncio oficial da greve geral está marcado para 13h. A mobilização será seguida de apresentações culturais.

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Reforma ataca direito à aposentadoria

A reforma que o governo Bolsonaro pretende fazer praticamente acaba com o direito à aposentadoria de milhões de brasileiros, atingindo em especial os trabalhadores rurais e os mais pobres.

Se o Congresso Nacional aprovar o texto da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 006/2019, além da obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens e 62 para as mulheres, o valor das aposentadorias será drasticamente rebaixado. Para ter acesso ao benefício integral, os trabalhadores e trabalhadoras terão de contribuir por, pelo menos, 40 anos.

Por isso, os atos de 1º de maio serão extremamente representativos, marcando a união dos trabalhadores para enfrentar a retirada de direitos e um esquenta para a greve geral.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com CUT

 

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