Caixa pede dissídio coletivo no TST e não é momento de recuar!

Caixa pede dissídio coletivo no TST e não é momento de recuar!

A Caixa informou que protocolou pedido de dissídio coletivo no Tribunal Superior do Trabalho (TST), levando à Justiça o impasse da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho. A greve continua, conforme a decisão dos empregados e empregadas nas assembleias. Diante desse novo cenário, o Sindicato reforça o chamado à unidade e à participação: não é hora de recuar, mas de fortalecer a mobilização em defesa do Saúde Caixa e de uma proposta que atenda às reivindicações da categoria.

No comunicado, o banco afirma ter mantido amplo diálogo e apresentado aprimoramentos nas propostas. A rejeição nas assembleias, entretanto, expressa a avaliação dos trabalhadores de que as condições oferecidas continuam insuficientes. Essa decisão democrática precisa ser respeitada. Levar o impasse ao Tribunal não responde às reivindicações que motivaram a paralisação nem afasta a responsabilidade da Caixa de buscar uma solução negociada.

A Caixa também informou que solicitou ao TST uma medida excepcional e temporária para prorrogar os benefícios nas mesmas condições vigentes até 31 de agosto de 2026, enquanto durar o julgamento.

Segundo o banco, estão mantidos compromissos da última proposta que não integram o pedido de dissídio, como o pagamento do prêmio de R$ 3 mil por empregado pela superação do Índice de Eficiência Operacional no primeiro semestre de 2026, a retirada da pontuação do tempo de atendimento no Alcance.CAIXA e ajustes no Super Caixa. Sobre o Saúde Caixa, porém, o comunicado se limita a anunciar “medidas estruturantes”, sem detalhar mudanças que respondam às reivindicações de custeio e de acesso ao plano.

O Sindicato permanece ao lado da categoria, como esteve ao longo de toda a campanha, na defesa dos direitos e no respeito às decisões das assembleias. O Saúde Caixa está no centro dessa luta porque diz respeito à proteção dos empregados, aposentados e de suas famílias. A judicialização do impasse exige organização e unidade para sustentar essas reivindicações.

 

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