Funcionários discutem o papel do Banco do Brasil e aprovam plano de luta no 32º Congresso Nacional

09/08/2021

Banco do Brasil
Funcionários discutem o papel do Banco do Brasil e aprovam plano de luta no 32º Congresso Nacional

Funcionárias e funcionários do Banco do Brasil realizaram, neste domingo, 8 de agosto, seu 32º Congresso Nacional. Os debates realizados durante o evento, que ocorreu virtualmente e foi transmitido ao vivo, tiveram os seguintes temas: “Retrato do Banco do Brasil nos últimos anos”; “O BB que queremos para o futuro do Brasil” e “Diversidade para construir um banco realmente do Brasil”.

Com a participação do jornalista, professor universitário e ex-deputado federal Jean Wyllys (PT-RJ), a primeira mesa tratou da importância da diversidade para que o Banco do Brasil realmente represente o país. Delegados e delegadas também discutiram, durante o Congresso, sobre as mudanças que vêm ocorrendo no BB e no ramo financeiro como um todo, sobre o balanço do banco e o papel que ele deve ter, enquanto instituição pública, no desenvolvimento do país.

“Nesse Congresso, debatemos sobre o BB que queremos. E, diante dos ataques, temos que lutar com organização, estratégia, unidade e mobilização. Todos e todas na luta por um Banco público, diverso, inclusivo e fomentador de desenvolvimento social”, afirmou Rogério Tavares, funcionário do Banco do Brasil e diretor do Sindicato.

Você pode saber mais sobre cada uma das discussões nos links abaixo:

Você também pode assistir ao Congresso na íntegra aqui.

Funcionárias e funcionários aprovaram também o plano de atuação em defesa BB e dos direitos dos trabalhadores. A realização de seminários sobre a Caixa de Assistência dos funcionários (Cassi) específicos sobre saúde e outro sobre previdência ficou entre os destaques. Mas, também, as resoluções sobre a unidade dos empregados na defesa do BB e dos demais bancos e empresas públicas, que estão sob ataque do governo Bolsonaro.

O CEBB, João Fukunaga, ressaltou a importância da aprovação da realização de seminários sobre saúde e previdência. “É importante refletirmos sobre a Cassi e os plano de saúde e de previdência dos funcionários, que são muito afetados pelos ataques que estão sendo promovidos pelo governo federal, mas também pelas resoluções 23 e 25 da CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União)”, destacou. “Agora, é mobilizar os funcionários para a luta da categoria”, concluiu.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

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