Entidades cobram CAIXA sobre o Super Caixa e defendem diálogo para solucionar problemas

Entidades cobram CAIXA sobre o Super Caixa e defendem diálogo para solucionar problemas

Entidades de representação das empregadas e empregados da CAIXA se reuniram, nesta quinta-feira, 8, com a vice-presidência de Pessoas do banco. Foram cobradas respostas sobre demandas apresentadas pela Comissão Executiva dos Empregados (CEE), pela representante eleita no Conselho de Administração (CA), Fabiana Uehara, e pela Fenae.

Durante a reunião, representantes dos trabalhadores criticaram a forma como o Super Caixa vem sendo executado e defenderam a mesa de negociação como espaço institucional para tratar de temas que impactam a remuneração e as condições de trabalho.

O coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, destacou que a cobrança por negociação sobre o programa não é recente e que a ausência de respostas tem gerado insegurança entre os trabalhadores. “Esse é um assunto que vem sendo tratado desde o ano passado. A CAIXA precisa valorizar a mesa de negociação e fazer a discussão da remuneração variável com a Comissão de Empresa, para que possamos construir um modelo com mais segurança para os empregados e que garanta o pagamento pelo trabalho realizado”, afirmou, destacando que é preciso debater antes de apresentar o programa já com decisões tomadas.

Cobranças apresentadas

Fabiana Uehara, do CA, reforçou que as entidades já encaminharam diversas cobranças ao banco, mas aguardam respostas formais. Em e-mail enviado à direção da CAIXA, em 25 de março, a conselheira voltou a solicitar detalhes sobre os critérios de pagamento do Super Caixa e os fundamentos das decisões administrativas que impactaram a remuneração variável.

Fabiana apontou que fatores estruturais e operacionais – como metas desproporcionais às unidades, dificuldades de infraestrutura e limitações nos sistemas – podem ter influenciado os resultados considerados para o pagamento do programa.

Na reunião, a representação dos trabalhadores reforçou que alguns empregados trabalharam e não foram remunerados e que a reivindicação é: vendeu, recebeu.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT e Fenae

 

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