Sindicato participa de lançamento da campanha “Pela Vida das Mulheres, a Luta é de todos”

14/05/2026

Notícias
Sindicato participa de lançamento da campanha “Pela Vida das Mulheres, a Luta é de todos”

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) lançou, nesta quarta-feira, 13, a campanha permanente de combate ao feminicídio "Pela Vida das Mulheres, a Luta é de todos". O presidente do Sindicato, Ramon Peres, participou do evento na sede da CUT em São Paulo, com a presença também da ministra da Mulher, Márcia Lopes, e da vice-presidente do Instituto Maria da Penha (IMP), Regina Célia Almeida.

"O combate à violência contra mulheres não pode ser uma luta só das mulheres. Precisamos do envolvimento de todos os homens e de todos os setores da sociedade. O movimento sindical cutista tem uma trajetória nesse sentido, na busca de avanços de direitos e proteção da vida das mulheres. Por isso, junto a esse pacto que estamos firmando hoje, também entregamos um conjunto de cláusulas de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher trabalhadora, que editamos com base em experiências bem-sucedidas e conquistadas em mesa de negociação por algumas categorias, entre elas a bancária, químicos e comerciários", destacou Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e vice-presidenta da CUT Brasil.

O documento entregue é composto por 14 cláusulas, de medidas que vão desde o estabelecimento de canais de acolhimento, passando pela proteção e apoio, garantia de emprego, até acompanhamento permanente de trabalhadoras vítimas e campanhas educativas.

A ministra da Mulher, Márcia Lopes, parabenizou a iniciativa do movimento sindical cutista e reforçou que a proposta está em linha com o "Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio", lançado pelo poder Executivo (governo Lula) em fevereiro, em parceria com os poderes Legislativo e Judiciário.

"A partir do pacto, criamos um comitê de trabalho entre os três poderes que, logo em seguida, resultou na operação da Polícia Federal que prendeu mais de 5 mil homens agressores e na lei, sancionada pelo presidente Lula, que obriga o uso imediato de tornozeleiras por agressores, em casos de risco iminente, e de relógios digitais pelas mulheres vítimas, [que envia alerta em tempo real se o agressor violar a distância mínima]", destacou a ministra.

Receba as novidades pelo WhatsApp! Siga o Canal do Sindicato e acompanhe notícias sobre denúncias, negociações, PLR, direitos, atos, eventos, entre outras ações da entidade. Acesse aqui e ative o sininho para receber notificações.

 

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

 

Outras notícias