Em defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, pelo nosso futuro!

09/10/2026

Notícias
Em defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, pelo nosso futuro!

As promessas de "modernização" das leis do trabalho escondem um grande risco para quem acorda cedo e constrói a riqueza do país: a flexibilização desenfreada, que destrói direitos e garantias construídos em décadas de luta. Um projeto de governo que se alinha exclusivamente aos interesses empresariais tende a tratar garantias fundamentais como "custos" indesejados. Por isso, é preciso estar atento ao decidir no segundo turno da eleição presidencial.

A história de que o funcionário deve "negociar direto com o patrão" é, na prática, uma covardia. As relações de trabalho não são feitas entre forças iguais. A balança é injusta e a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco. Como é que um trabalhador, sozinho, com contas a pagar e família para sustentar, vai dizer "não" para quem tem o poder de demiti-lo? Sem a proteção de direitos básicos, como a jornada de trabalho, a "liberdade de negociação" se torna apenas a liberdade para a exploração.

Um exemplo claro e cruel de desmonte ocorreu na Reforma Trabalhista de 2017, no governo Temer, e uma de suas maldades foi o fim da ultratividade das normas coletivas. Antes, benefícios conquistados por uma categoria continuavam valendo até que um novo acordo fosse assinado. Sem a ultratividade, trabalhadoras e trabalhadores perdem essa rede de segurança no momento em que o contrato vence, sendo pressionados a aceitar acordos sob a ameaça de ficarem sem nada durante a negociação. Isso não é diálogo, é pressão.

É preciso impedir que o Brasil passe por ainda mais retrocessos, e avançar por mais qualidade de vida. Temos que defender a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária, proteger tudo que já conquistamos e fortalecer nossa organização nacional. Queremos o fim da escala 6x1, para que trabalhadoras e trabalhadores tenham mais tempo para a família, o descanso, o lazer e outras atividades. O ser humano não é uma máquina!

No dia 25 de outubro, brasileiras e brasileiros estarão diante de duas opções antagônicas nas urnas: um candidato que construiu sua vida ao lado dos trabalhadores, lutando por seus direitos, e outro que pretende desmontar nossas proteções em benefício do lucro de poucos. Pense e escolha bem.

 

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